Veículos podem aumentar lotação até 75 por cento

Transportes públicos mais cheios a partir de hoje

Os transportes públicos urbanos que operam em Luanda, estão autorizados a aumentar, a partir desta quinta-feira (1 de Outubro) a lotação máxima de 50 para 75 por cento da sua capacidade.

Transportes públicos mais cheios a partir de hoje
D.R

Essa medida consta no Decreto Presidencial que declara a Situação de Calamidade Pública, em vigor no país desde 26 de Maio, quando se está a cinco dias do retorno às aulas, paralizadas desde Março, devido a proliferação da covid-19 e ao abrigo do Decreto Presidencial de 25 de Março sobre o Estado de Emergência.

Durante a vigência do referido “instrutivo”, os táxis, autocarros e comboios (mais tarde) estavam limitados a 50%, pelo que o aumento da taxa de lotação desses transportes públicos na capital do país visa responder à procura deste serviço por parte dos utentes, uma medida que já vigrorava nas restantes 17 províncias do país.

Até ao momento, quer os transportes públicos de passageiros quer os particulares estão limitados a uma lotação máxima de 50 por cento, em Luanda, com o intuito de cortar a cadeia de transmissão do vírus Sars Cov-2, agente causal da covid-19. O alargar da sua capacidade facilitará a mobilidade dos estudantes.

A limitação do número passageiro tem tornado mais difícil a vida do cidadão, causando aglomerações nas paragens, aumentando o risco de propagação de contaminação entre as pessoas, sobretudo neste período de Situação de Calamidade Pública, em que há o aligeiramento das medidadas e a abertura de mais serviços.

Por altura do anúncio das medidas em vigor, o ministro dos Transportes, Ricardo de Abreu, anunciara que Luanda deverá  beneficiar de 153 novos autocarros, além dos 220 entregues recentemente e já em funcionamento, enquanto as demais províncias poderão receber 160 veículos de transporte de passageiros.

Enquanto isso, a função pública continua a funcionar das 8 às 15 horas, em Luanda, com 50 por cento da força de trabalho, em face à cerca sanitária, que se prolonga até 8 de Outubro. Nas demais províncias está-se a trabalhar com 75 por cento do efectivo, quer nas instituições públicas quer nas privadas.

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