Em nove meses, na Huíla

Registados 29 novos casos de lepra

pelo menos, 29 novos casos de lepra foram registados de Janeiro a Setembro do ano em curso, de um total de 159 doentes em tratamento na Huíla.

Registados 29 novos casos de lepra
D.R.

A lepra é transmitida de um doente infectado, sem estar em tratamento, para uma pessoa saudável, através da tosse, espirro ou secreções nasais.

 

Em 2018, o Departamento Provincial de Saúde  Pública e Controlo de Endemias  registou, em igual período, 130 casos.

A supervisora provincial de combate à Lepra, na Huíla, Adelaide Agostinho Mande, avançou, à Angop, que a Humpata é o município com maior número de casos, com 47, seguido do Lubango, com 23.

Por detrás do aumento de casos, esclarece, está a negligência por parte dos doentes, que procuram os serviços de saúde em fase avançada da doença.

“A lepra é uma doença com um período de encubação longo e manifesta-se depois de um período de três a cinco anos, no entanto, muitas vezes, a pessoa é portadora da doença e pode contaminar outros sem dar por isso”, esclareceu.

Lembrou que, manchas estranhas no corpo são um dos sinais da doença, que não é caracterizada por sintomas.

Apesar da inexistência de um centro específico para internamento dos pacientes, Adelaide Agostinho Mande garantiu a disponibilidade de fármacos para os pacientes em todas as unidades municipais da província, cujas drogas são entregues gratuitamente.

A lepra é transmitida de um doente infectado, sem estar em tratamento, para uma pessoa saudável, através da tosse, espirro ou secreções nasais.

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