Em Luanda

Minsa forma mais de 15 mil profissionais de saúde

Mais de 15 mil profissionais de saúde multidisciplinares foram formados sobre biossegurança, manuseamento de casos da covid-19, visando reduzir o impacto da doença nos mesmos e melhorar a prestação dos cuidados de saúde, revelou nesta sexta-feira, em Luanda, a ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.

Minsa forma mais de 15 mil profissionais de saúde
D.R

A governante, que discursava no acto central do 25 de Setembro, Dia Nacional do Trabalhador da Saúde, sublinhou que se orientou também que todos os trabalhadores devem prevenir-se, controlar a infecção nos serviços de saúde, reduzindo a exposição à covid-19.

A ministra fez saber que os números de profissionais da função pública nesta altura aproximam-se aos 100 mil.

“ É imperativo que os profissionais de saúde utilizem completamente materiais de protecção individual como máscaras, de forma a assegurar a sua saúde e de todas as pessoas que recorrem a unidade sanitária, minimizando, deste modo, o risco de contágio”, asseverou.

Para a prevenção e combate à covid-19, Sílvia Lutucuta disse que o Governo adquiriu 599 toneladas de material de biossegurança, equipamentos de laboratório, testes, camas, ventiladores invasivos e não invasivos e medicamentos.

Neste âmbito, apontou, foram ainda adquiridos cinco laboratórios de Biologia Molecular e Serologia (ELISA) para as províncias de Huambo, Luanda, Lunda-Norte e Uíge, aumentando assim a capacidade diária para 12 mil testes, sendo a capacidade instalada na capital do país  de 6 mil testes de RT-PCR e 6 mil de serologia (ELISA).

“Construímos centros de tratamento da covid-19 na Zona Económica Especial (ZEE), em Luanda, hospitais de campanha em Cabinda e na Lunda-Norte, estando em instalação os outros no Zaire e Cunene”, indicou.

Desde a notificação da covid-19 em Angola, em Março deste ano, o país contabiliza neste momento 4.475 casos positivos, com 162 óbitos, 1.503 recuperados e 2.810 activos.

O 25 de Setembro, Dia Nacional do Trabalhador da Saúde, foi institucionalizado em homenagem ao médico e nacionalista Américo Alberto de Barros e Assis Boavida, mais conhecido por Américo Boavida.

O médico faleceu a 25 de Setembro de 1968, na sequência de um bombardeamento aéreo do exército colonial português a base Hanói II, do MPLA, perto do rio Luathi e da Floresta de Cambule, no Moxico.

O seu nome é hoje associado a um hospital, situado no Distrito Urbano do Rangel, em Luanda.

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