Nos últimos seis meses

Mais de nove mil mulheres fazem corte vertical

Mais de nove mil mulheres fizeram corte vertical nos últimos seis meses, em todo o país, informou, esta segunda-feira, em Luanda, o secretário de Estado da Saúde Pública, Franco Mufinda.

Mais de nove mil mulheres fazem corte vertical
D.R
Dados representam uma taxa bruta de 2.9 por cento

Angola tem uma prevalência de VIH estimada de 2,0% em pessoas de 15 a 49 anos, segundo o Inquérito de Indicadores Múltiplos de Saúde (2015-2016), o que dá a estimativa de 310 mil pessoas a viver com VIH no país.

Em declarações à imprensa à margem de um encontro com representantes de igrejas e da sociedade civil, o dirigente explicou que, neste período, foram testadas um milhão e trezentas pessoas (de ambos os sexos), sendo que 39 mil tiveram resultados positivos.

Os dados representam uma taxa bruta de 2.9 por cento, explicou o dirigente, sublinhando que no mesmo período foram testadas 500 mil mulheres, com 8.264 casos positivos.

Angola tem uma prevalência de VIH estimada de 2,0% em pessoas de 15 a 49 anos, segundo o Inquérito de Indicadores Múltiplos de Saúde (2015-2016), o que dá a estimativa de 310 mil pessoas a viver com VIH no país.

Cunene regista a maior taxa de incidência e de prevalência do VIH/Sida do país, com uma  taxa de 6.1 por cento de novas transmissões.

Segundo dados do Ministério da Saúde (MINSA), depois do Cunene, seguem-se Kuando-Kubango, com cinco por cento e o Moxico com quatro, enquanto o Zaire representa a menor taxa (0,5).

Para Franco Mufinda, com o trabalho de corte vertical, inserido na campanha ‘Nascer Livre Para Brilhar’, se reduziu o índice de transmissão do VIH da mãe para filho em Angola.

A campanha ‘Nascer Livre para Brilhar’ foi lançada pela primeira-dama da Republica, Ana Dias Lourenço, em Dezembro de 2018, para reduzir a taxa de transmissão do vírus, de 26 por cento, em 2019, para 14 por cento, ate 2021.

O Instituto de Luta Contra a Sida controla actualmente mais de 100 mil pessoas que fazem tratamento anti-retroviral, sublinhando que o Governo paga 70 por cento dos medicamentos e os outros 30 por cento são da responsabilidade do Fundo Global. 

 

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