Em Malanje, por exercício ilegal

Inspecção encerra farmácias

A Inspecção da Saúde em Malanje encerrou 11 farmácias que exerciam a actividade ilegalmente durante este mês.

Inspecção encerra farmácias
D.R

Em declarações hoje à Angop, o chefe do Departamento de Inspecção do Gabinete Provincial da Saúde, Miguel Noé Diogo Pascoal, disse que a falta de documentos para o exercício legal da actividade farmacêutica, más condições de armazenamento de medicamentos, dimensões inadequadas do estabelecimento, são entre outras, as irregularidades.

Precisou que a inspecção da saúde na província está a trabalhar à luz das orientações da inspecção e fiscalização do Ministério de tutela, sobre a intensificação da fiscalização do funcionamento das farmácias do país, pelo que alguns estabelecimentos já advertidos poderão também ser encerrados dentro de dias, caso não regularizem as situações a que estão submetidas.

Por outro lado, Miguel Noé Pascoal anunciou o início nos próximos dias de actos de fiscalização e vistorias aos postos e centros de saúde e laboratórios de análises clínicas privados para aferir o nível de funcionamento e condições de trabalho dos mesmos.

Neste momento a província conta com apenas oito inspectores, para os 14 municípios, número insuficiente para atender a demanda da província, sendo necessário, segundo Miguel Pascoal, pelo menos 20.

Malanje conta com 187 farmácias, 17 postos médicos e cinco armazéns de venda de medicamentos privados, sob controlo do Departamento Provincial de Inspecção de Saúde.

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