Para os próximos quatro anos

Chinês Qu Dongyu eleito director-geral da FAO

O vice-ministro da Agricultura da China, Qu Dongyu, foi eleito no domingo director-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO).

Chinês Qu Dongyu eleito director-geral da FAO
D.R.

Qu Dongyu é a primeira pessoa de um país comunista a ocupar o cargo de director-geral da FAO.

A eleição para escolher o director-geral da instituição para os próximos quatro anos decorreu em Roma, tendo Qu Dongyu alcançado mais de 50 por cento dos votos.

Qu Dongyu é a primeira pessoa de um país comunista a ocupar o cargo de director-geral da FAO e sucede, para um mandato de quatro anos, ao brasileiro Graziano da Silva que, desde 2012, ocupava o cargo.

Graziano da Silva fez dois mandatos como director-geral, de 2012 a 2015 e de 2015 a 2019, depois de ter entrado na FAO em 2006, quando foi nomeado director-geral adjunto para a América Latina e as Caraíbas.

Os 194 países membros da FAO, convocados para a 41.ª conferência da agência, escolheram no domingo (23) o novo director-geral, entre três candidatos – da China, França e Geórgia -, todos com ampla experiência no sector.

Na disputa do cargo estavam três candidatos: além de Qu Dongyu, Catherine Geslain-Lanéelle, ex-directora do Departamento de Desempenho Económico e Ambiental de Empreendimentos do Ministério da Agricultura da França, e a primeira mulher a candidatar-se ao cargo na FAO, e David Kirvalidze, que foi ministro da Agricultura da Geórgia.

 

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