Para salvaguardar saúde

Angola pretende reduzir uso de plástico

Angola tenciona reduzir o uso de plástico devido aos efeitos nocivos para a saúde humana. A preocupação foi manifestada pelo presidente da Agência Nacional de Resíduos, Monteiro Lumbo, em declarações à RNA, apontando alternativas biodegradáveis.

Angola pretende reduzir uso de plástico
D.R.

 

"O plástico é um dos resíduos que mais polui a fauna marinha e que persiste por mais tempo por meio marinho. O executivo, preocupado com tudo isto, tem estado a gizar estratégias para que seja minimizada esta preocupação", afirmou.

Segundo o responsável, as fábricas de plásticos que existem no país constituem também preocupação das autoridades, daí que, assegurou, decorrem já campanhas de sensibilização junto das mesmas para uma troca paulatina das linhas de produção.

Para o presidente da Agência Nacional de Resíduos, tutelada pelo Ministério do Ambiente, na ausência de uma lei que proíba ou diminua a utilização de plásticos, é necessária a diminuição do uso desse material porque a "temática actual é a preocupação com a saúde humana".

"Não podemos chegar e pedir de repente que estas fábricas parem de produzir, mas, em respeito ao investimento utilizado, os mesmos têm sido sensibilizados a, paulatinamente, irem trocando já as linhas de produção, para que, chegando a um ponto, não produzam mais", notou.

A substituição do plástico, "que produz vários micro-organismos que consumidos pelo peixe perigam a saúde humana", por materiais biodegradáveis como sacos de papel ou de pano foram apontados por Monteiro Lumbo.

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