Nas últimas 24 horas

Angola contabiliza 141 novos casos

Angola registou 141 novas infecções pelo novo coronavírus, sem qualquer óbito, nas últimas 24 horas, e com cinco doentes recuperados, informou nesta segunda-feira, o secretário de Estado para a Saúde Pública.

Angola contabiliza 141 novos casos
D.R
Franco Mufinda, secretário de Estado para Saúde Pública.

Franco Mufinda disse, na apresentação diária da situação epidemiológica do país, que do total de casos, com idades entre 2 e 83 anos, 50 foram registados no Moxico, 43 em Luanda, 14 em Cabinda, 11 no Kwanza-Sul, 11 na Huíla, 10 em Benguela, um no Kuando-Kubango e igual número no Huambo.

Com os números das últimas 24 horas, Angola soma agora 14.634 casos, 337 óbitos, 7.351 recuperados e 6.946 activos, dos quais cinco doentes em estado crítico, 11 graves, 184 moderados, 216 leves e 6.530 assintomáticos.

No que se refere às análises laboratoriais, foram processadas nas últimas 24 horas, 2.513 amostras, das quais 141 foram positivas, o que representa uma taxa diária de positividade de 5,6%.

O cumulativo aponta para 217.706 amostras até à data, das quais 14,634 positivas, dando uma taxa cumulativa de positividade de 6,7%.

O governante sublinhou que a comissão multissetorial já não realiza testagem em massa a pedido individual, como procedia anteriormente, passando a priorizar a análise de risco, em caso do registo de um caso em alguma instituição, tentando restringir no mínimo os contactos mais diretos para a realização de testes.

“Nós mudamos a estratégia, sobretudo no que toca a Luanda, estando num ambiente de circulação comunitária, baseamos toda a démarche em função da análise de risco que é feita pelas equipas de saúde”, disse.

O secretário de Estado referiu que a testagem passa a ser reservada aos profissionais de saúde, doentes internados ou em consulta ambulatória, por outras razões que não seja a covid-19, os casos suspeitos, cadáveres, independentemente da sua causa de morte, e os viajantes.

Segundo Franco Mufinda, a comissão multissetorial continua a realizar estudos sero-epidemiológicos em mercados, escolas, havendo as escolas sentinelas, para de tempos a tempos serem realizados estudos observatórios ou medidor do comportamento da doença quanto à exposição da comunidade.

Franco Mufinda apelou à calma das famílias das pessoas que tiveram como causa da morte a covid-19 e que aceitem a sua perda, bem como que parem de "desviar cadáveres", o que “começa a ser uma prática, que infelizmente se tem observado em algumas províncias”.

“Isso acaba por expor as pessoas que manuseiam o cadáver e transpor a contaminação na comunidade, então, apelamos à consciências das pessoas em não procederem assim, porque o cadáver acaba por ser uma fonte verdadeira de contaminação”, referiu.

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