Em Luanda

Aeroporto reforça equipa de rastreio do COVID-19

Uma equipa de 15 profissionais do Ministério da Saúde, incluindo três técnicos das Forças Armadas Angolanas (FAA), reforçou, esta quarta-feira, o asseguramento de rastreio da epidemia de COVID-19, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda.

Aeroporto reforça equipa de rastreio do COVID-19
D.R

De acordo com à Angop os técnicos de saúde, a funcionarem em regime de rotação de dois turnos, juntam-se aos 16 existentes que trabalham em 24 postos de higienização no aeroporto para prevenir a entrada de pessoas infectadas com o coronavírus no país.

Os passageiros após o desembarque são orientados a desinfectarem as mãos com álcool em gel, posteriormente seguem para um corredor para serem monitorados por uma câmara de vídeo de identificação de temperaturas.

Assim, antes do passageiro chegar a cabina do SME é submetido a triagem da temperatura, com um termómetro, para o despiste final ou confirmação de qualquer sintoma de febre.

Se for detectado algum caso suspeito, o passageiro é imediatamente levado a uma sala para se dar o seguimento aos procedimentos adequados, mas até agora ainda não foi registado nenhum.

Desde terça-feira, de acordo com um Despacho do Ministério da Saúde, está proibida, enquanto durar a epidemia de COVID-19, a entrada em Angola de cidadãos provenientes da China, Coreia do Sul, Irão, Itália, Nigéria, Egipto e Argélia.

 

 

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