Caso ‘burla à tailandesa’

Tribunal Supremo absolve Norberto Garcia

O antigo director da Unidade Técnica de Investimento Privado (Utip), Norberto Garcia, foi absolvido hoje, terça-feira (16), pelo Tribunal Supremo (TS) dos crimes de que vinha sendo acusado no caso ‘burla à tailandesa’.

Tribunal Supremo absolve Norberto Garcia
D.R.
Norberto Garcia, antigo director da Utip

Tribunal Supremo deu como comprovada a falsidade do cheque de 50 mil milhões de dólares, elemento central do processo, em tribunal desde 17 de Janeiro.

A angolana Celeste de Brito, outra implicada, foi condenada a dois anos de prisão, enquanto o réu tailandês, Raveeroj Ritchoteanan, mentor do grupo acusado de tentar burlar o Estado angolano em 50 mil milhões de dólares norte-americanos, foi condenado a sete anos de cadeia.

O Tribunal Supremo deu também como comprovada a falsidade do cheque de 50 mil milhões de dólares, elemento central do processo, em tribunal desde 17 de Janeiro.

O TS deu igualmente como provado que a assinatura do vice-Presidente, Bornito de Sousa, inscrita na carta endereçada por Celeste de Brito aos supostos investidores tailandeses acusados de tentar burlar o Estado angolano, foi falsificada.

Para além ex-director da Utip, foram igualmente absolvidos André Louis Roy e Million Isaac Haile, de nacionalidades canadiana e eritreia, respectivamente.

Já o efectivo da Polícia Nacional Christian Âlbano de Lemos, de 49 anos, foi condenado a pena de sete meses de prisão.

Monthita Pribwai, de 28 anos, esposa do cabecilha do grupo, Raveeroj Rithchoteanan, Manin Wantchanon, de 25 anos, e Therra Buapeng, de 29 anos, todos tailandeses, foram condenados a três anos de prisão.

 

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