Durante o voo Joanesburgo/Luanda

TAAG desdramatiza incidente do voo da semana passada

A TAAG considera "deturpadas" as informações sobre o incidente da última quinta-feira com o voo DT578, que, por avaria, teve de regressar e aterrar de emergência em Joanesburgo, na África do Sul.

 TAAG  desdramatiza incidente do voo da semana passada
D.R.

Notícias nas redes sociais davam conta que, oito horas após o incidente, os passageiros se recusaram a subir no mesmo avião para viajar para Luanda, porque lhes tinha sido supostamente informado que seguiriam num voo alternativo.

 

De acordo com um comunicado da companhia aérea nacional, uma hora depois de ter descolado, a caminho de Luanda, o Boeing 737-700 (baptizado por 'Kifangondo') ressentiu de fortes turbulências que causaram a paralisação do motor do lado direito, o que forçou o recuo da avião e, por conseguinte, o desembarque de mais de cem passageiros, em pânico.

Segundo o porta-voz da companhia, Carlos Vicente, depois de avaliada e controlada a situação (ainda durante o voo), o comandante preferiu regressar à cidade sul-africana, conforme as leis aeronáuticas, cumprindo com um procedimento normal da aviação civil.

O porta-voz desdramatizou o sucedido, salientando tratar-se de imprevistos que acontecem com todas as companhias e com os melhores pilotos, desdramatizando, deste modo, as alegadas “informações deturpadas” disseminadas nas redes sociais.

“O alarido e descontentamento dos passageiros são aceitáveis por se tratar de uma situação constrangedora. A estes, apela tranquilidade, assegurando que os aviões da TAAG são regularmente assistidos, antes e depois de quaisquer viagens, por técnicos capacitados”, reforçou.

Carlos Vicente explicou, também, que, periodicamente, os pilotos da TAAG deixam de voar para participar em simulacros e testes psicotécnicos, no exterior do país, podendo culminar com a desautorização de pilotar.

Notícias nas redes sociais davam conta que, oito horas após o incidente, os passageiros se recusaram a subir no mesmo avião para viajar para Luanda, porque lhes tinha sido supostamente informado que seguiriam num voo alternativo.

Rendidos, descreve uma publicação a que a Angop teve acesso, os 110 passageiros fizeram-se a bordo do aparelho 737-700, para depois de 30 minutos da decolagem (a 1h40) voltarem a ouvir o mesmo problema do novo comandante, provocando um clima de fúria e gritos.

A TAAG – Linhas Aéreas de Angola - atende actualmente mais de 12 destinos domésticos e vários internacionais, em África, nas Américas do Sul e Caribe, na Europa e na Ásia, com uma frota de dez aviões, sendo quatro do tipo 737-700 e seis 777-300 e 777-200.

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