Com excepção de Cabinda

‘Operação Transparência’ vai decorrer em todo o país

‘Operação Transparência’ vai decorrer em todo o país
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António José Bernardo, porta-voz da 'Operação Transparência'

Huambo, Huíla, Kwanza-Sul, Kwanza-Norte, Cunene, Benguela e Cabinda são as próximas províncias que vão acolher a terceira fase da ‘Operação Transparência’, que visa combater o garimpo de diamantes e a imigração ilegal.

A decisão foi tomada após a reunião da Comissão de Apoio ao Conselho de Segurança Nacional para o Combate à Imigração Ilegal e Tráfico Ilícito de Diamantes, que analisou o relatório sobre implementação da Operação Transparência.

De acordo com o porta-voz da operação, António José Bernardo, esta terceira etapa vai abranger também o perímetro marítimo angolano e que, devido à proximidade com a República Democrática do Congo (RDC), que se encontra em período eleitoral, Cabinda estará, momentaneamente, fora do processo.

Ao cabo de três meses do processo, além dos 121.867 pedras de diamantes por avaliar e 34 milhões 535.038 quilates, bem como foram encerradas mais de 300 casas de venda e 90 cooperativas. Fez-se o repatriamento voluntário de 414.643 congoleses e de 700 estrangeiros.

A ‘Operação Transparência’ teve início a 25 de Setembro de 2018, em Malanje, Lunda-Norte, Lunda-Sul, Moxico, Bié, Uíge e Zaire. Em Outubro, foi estendida para Luanda, Bengo, Moxico e Zaire.