PARA A ÁFRICA LUSÓFONA

Geralda Embaló nomeada correspondente do CPJ

A jornalista Geralda Embaló é, desde o mês passado, a correspondente, para a África lusófona, do Comité de Protecção dos Jornalistas (CPJ).

Geralda Embaló nomeada correspondente do CPJ

O Comité de Protecção dos Jornalistas é uma organização independente e sem fins lucrativos que promove a liberdade de imprensa em todo o mundo.

Geralda Embaló é directora-geral adjunta dos jornais Valor Económico (VE) e Nova Gazeta (NG) e ainda membro do Conselho Editorial da Rádio Essencial (96.1), órgãos nos quais assina a coluna semanal ‘E agora pergunto eu...’.

Antes de co-fundar os dois semanários (NG, em 2012, e VE, em 2016) Embaló teve passagem por um programa de economia no Canal 2 da televisão pública e foi directora adjunta do jornal ‘Expansão’.

A jornalista conta no currículo com 12 anos de jornalismo além de um mestrado em comunicação institucional pela Rome Business School, de Itália, e uma graduação em comunicação e economia política pela University of East London, no Reino Unido.

DEFENDENDO OS DIREITOS DOS JORNALISTAS HÁ 30 ANOS

O Comité de Protecção dos Jornalistas é uma organização independente e sem fins lucrativos que promove a liberdade de imprensa em todo o mundo. Defende o direito dos jornalistas de relatar notícias com segurança e sem medo de represálias. Protege igualmente o fluxo livre de notícias e comentários, agindo sempre que jornalistas estão sob ameaça.

O Comité de Protecção dos Jornalistas foi fundado em 1981 por um grupo de correspondentes norte-americanos que, então, perceberam que não podiam ignorar a situação dos colegas cujas reportagens os colocavam em perigo diariamente.

A ideia de que jornalistas de todo o mundo deveriam unir-se para defender os direitos dos colegas que trabalham em ambientes repressivos e perigosos levou à primeira campanha de defesa do CPJ em 1982. Na época, três jornalistas britânicos – Simon Winchester, Ian Mather e Tony Prime – estavam presos na Argentina enquanto cobriam a Guerra das Malvinas e só graças a uma carta do presidente honorário do CPJ, Walter Cronkite, é que foram soltos da prisão.

Hoje, as redes do CPJ são formadas por jornalistas, pesquisadores e defensores, que trabalham para apoiar jornalistas e a liberdade de imprensa em todo o mundo.