Energia e água

FMI quer fim dos subsídios em Angola

O representante residente do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Angola, Max Alier, defende a eliminação dos subsídios à água e energia, por beneficiar mais as pessoas com maior poder financeiro.

FMI quer fim dos subsídios em Angola
D.R.

Para o responsável, os subsídios (...) levam ao consumo excessivo e beneficiam desproporcionalmente os ricos, que são os que consomem mais.

Para o responsável, os subsídios aos serviços públicos e aos preços dos combustíveis são “ineficientes, levam ao consumo excessivo e beneficiam desproporcionalmente os ricos, que são os que consomem mais”.

“Por estes motivos aconselhamos a sua eliminação. Ao mesmo tempo, sabemos que a parte do rendimento gasto com serviços públicos, combustíveis e transporte pelas famílias pobres é grande. Assim, em termos relativos, os pobres são mais afectados pelo aumento do preço do combustível”, sublinhou em declarações ao ‘Jornal de Angola’, recomendando que o ajuste dos preços dos combustíveis ocorra simultaneamente com o lançamento de um programa de transferência de rendimentos, que está a ser desenvolvido com a assistência do Banco Mundial.

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