Acordo já foi assinado

Banco Mundial vai apoiar privatizações das empresas públicas

O Governo e o Banco Mundial assinaram, em Luanda, três acordos, dos quais um ligado ao apoio para a implementação do programa de assistência técnica reembolsável (RAS) para as reformas e privatizações das empresas públicas e parcerias públicos privadas (PPP).

Banco Mundial vai apoiar privatizações das empresas públicas
D.R.

Os acordos foram rubricados pelo ministro das Finanças, Archer Mangueira, e pelo director do Banco Mundial para Angola e São Tomé e Príncipe, Abdoulaye Sech.

Para a materialização dos apoios, o Banco Mundial  dispõe de  cinco milhões e 899 mil dólares, valor que vai servir também para dar cumprimento às acções subsequentes deste programa.

Os acordos  foram  rubricados pelo ministro das  Finanças, Archer Mangueira, e pelo director do Banco Mundial para  Angola e São Tomé  e Príncipe, Abdoulaye Sech, recentemente nomeando pelo conselho de administração desta instituição financeira de Bretton Woods.

Dos  acordos assinados consta  ainda o de estabelecimento (abertura de escritórios), em  Angola, da Corporação Financeira Internacional (IFC), da Agência  Multilateral de Garantias do Investimento (MIGA) e da Associação Internacional de Desenvolvimento (IDA), instituições do grupo Banco Mundial.

Estas instituições passam a estar mais próximo do empresariado angolano  e dar respostas com maior celeridade nos pedidos de assistência técnica ou financeira.

Outro acordo, no valor de dois milhões de dólares, é sobre compras no sector da energia (PPA em sigla inglês), um  instrumento de fortalecimento do sector da energia, com destaque para a Rede Nacional de Transporte (RNT).

Após a assinatura dos  acordos, o ministro das Finanças, Archer Mangueira,  considerou serem instrumentos "bastante  importantes" para  Angola, sobretudo neste momento em que o país vive  de reformas e procura diversificar a economia nacional, com a potenciação do empresariado nacional.

Já o director do Banco Mundial para Angola e São Tomé e Príncipe, Abdoulaye  Sech, disse  ser muito encorajador ver as reformas em curso em Angola  e observar o que o governo está a implementar em prol do benéfico da população, um exemplo que para si deve ser replicado em outros países africanos.

“Estou feliz  em  estar aqui para aprender as agendas das reformas em curso em Angola,  os  desafios em curso e como o Banco Mundial pode suportar as reformas no país”, manifestou Abdoulaye Sech, destacando a abertura dos escritórios do IFC em Angola.

 

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