De acordo com a cúpula da UE

Angola impedida de voar para Europa

Angola está proibida de viajar para Portugal e todo o ‘Espaço Schengem’, afecto à União Europeia, até que a doença seja controlada.

Angola impedida de voar para Europa
D.R

Segundo o documento ‘Recomendação do Conselho Relativa à Restrição Temporária das Viagens não Indispensáveis para a União Europeia e ao Eventual Levantamento de Tal Restrição’, a lista será actualizada quinzenalmente, podendo retirar alguns ou colocar novos países.

A decisão consta das recomendações de uma reunião dessa organização internacional, que, entre os países africanos, ilibou apenas o Ruanda, a Argélia, Tunísia e o Marrocos, de uma lista que abarca países de todo o mundo, incluindo o Brasil e os Estados Unidos da América.

De acordo com o documento final da referida cúpula da UE somente aviões de 15 Estados estão autorizados a sobrevoar naquela zona, por terem a situação pandémica controlada, sendo que os considerados “terceiros” só em casos excepcionais.

Ruanda, Argélia, Tunísia, Marrocos, Austrália, Canadá, Georgia, Japão, Montenegro, Nova Zelândia, Sérvia, Coreia do Sul, Tailândia, Uruguai e China “são os países terceiros cujos residentes não deverão ser afectados pela restrição temporária das viagens não indisensáveis para a UE, aplicável nas fronteiras externas”.

Assim, enquanto perdurar a covid-19 e até novas decisões do Conselho da União Europeia, aviões destes países ou saídos dos mesmos estão autorizados a sobrevoar para Portugal ou deste destino para outros, particularmente a nível do “Espaço Schengem”, incluindo o Reino Unido.

Segundo o documento ‘Recomendação do Conselho Relativa à Restrição Temporária das Viagens não Indispensáveis para a União Europeia e ao Eventual Levantamento de Tal Restrição’, a lista será actualizada quinzenalmente, podendo retirar alguns ou colocar novos países.

Em 2019, a companhia nacional de bandeira – TAAG - foi recertificada para voar sem limitações até ao dia 22 de Maio de 2021, após cumprimento dos procedimentos legais e conclusão da Auditoria Operacional de Segurança Aeronáutica (na sigla em inglês IOSA) da IATA.

A auditoria, que durou cinco dias e abarcou todas as aéreas operacionais da companhia nacional de bandeira, teve à testa a “ACS – Aviation Solutions”, organização especializada, acreditada pela Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA ou AITA).

Com este “atestado” da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA), a TAAG passou a ter carta-branca para continuar a desenvolver a sua actividade como uma operadora aérea “credenciada” em termos de “SAFETY” (Segurança Operacional).

Angola registou, nas últimas 24 horas, 24 novos casos positivos, tratando-se de 18 casos de transmissão local e seis sem vínculo epidemiológico, o que aumenta o número de infectados para 315 doentes, dos quais 231 de transmissão local, 35 importados e 49 duvidosos.

 

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