No âmbito do plano de atribuição de subvenções

UE selecciona três últimos projectos a serem financiados

O programa Diversidade, afecto a União Europeia, acaba de seleccionar os três últimos projectos para serem apoiados, no âmbito do plano de atribuição de subvenções até 20 mil euros a projectos culturais, que visem produzir bens e serviços com valor económico e significado social e cultural.

UE selecciona três últimos projectos a serem financiados
D.R

Trata-se dos projectos ‘Casa Rede’, apresentado por Elisangela Kadina Manuel Antunes Rita, ‘Kacimbo a Konta’, por Ndalu de Almeida (Ondjaki), e ‘Nzinga Residency’, pela Movart.

Segundo uma nota de imprensa, com a distribuição dos últimos fundos do programa, esta sessão de avaliação marca o fim do processo de atribuição de subvenções da diversidade, tendo sido seleccionados sete projectos no total das quatro sessões de avaliação.

Apresentaram-se a concurso 19 candidaturas e o júri aprovou por unanimidade a atribuição de apoio financeiro a três projectos. Entre as restantes candidaturas, dez foram rejeitadas com observações e seis não foram admitidas para avaliação, por não cumprirem os requisitos regulamentares.

O júri foi constituído pelos representantes do Camões - Centro Cultural Português em Luanda Telmo Gonçalves, do Goethe Institut, Gabriele Stiller-Kern, e da Alliance Française de Luanda, Florence Douaze-Bonnet.

O documento sustenta que, com a atribuição nesta última reunião de avaliação de subvenções aos três projectos seleccionados, fica concluída a atribuição da disponibilidade financeira definida para a Diversidade, que contava com um valor global de 100 mil euros.

A Diversidade é um programa que permite a atribuição de subvenções até 20.000 euros a projectos ou acções que utilizem a criatividade, o património e o conhecimento cultural e a propriedade intelectual como recursos para produzir bens e serviços com valor económico e significado social e cultural.

O financiamento é assegurado pela União Europeia, no âmbito do Programa Procultura para 2014-2020, que é co-financiado e gerido pelo Camões, IP e pela Fundação Calouste Gulbenkian.

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