Universidade Mandume ya Ndemufayo

Professores cubanos vão continuar a leccionar

Os docentes cubanos na Faculdade de Medicina da Universidade Mandume Ya Ndemufayo (UMN), na Huíla, vão continuar a leccionar, garantiu a ministra do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia e Inovação.

Professores cubanos vão continuar a leccionar
D.R.
Maria do Rosário Sambo

Maria do Rosário Samboministra do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia e Inovação

Ainda não foi possível absorver quadros angolanos que possam ministrar os cursos, por isso há a necessidade de recorrer à cooperação estrangeira.

Segundo Maria Bragança Sambo, “não há risco, nem cortes” de docentes e os cursos de medicina na UMN vão funcionar com normalidade nas condições actuais”, uma vez que, esclarece, “ainda não foi possível absorver quadros angolanos que possam ministrar os cursos, por isso há a necessidade de recorrer à cooperação estrangeira”.

A dirigente avançou que o Executivo tem programado criar condições para a realização de concursos públicos para progressivamente tornar o subsistema de ensino independente de docentes estrangeiros.

“O contrato que existe para que os docentes expatriados leccionem nas instituições de ensino superior é da responsabilidade do Ministério afim, mediante um acordo com Cuba, pelo que não vejo a nível local a existência de uma medida que não seja orientada pelo Ministério de tutela”, reforçou.

A Faculdade de Medicina matriculou no ano em curso 561 estudantes do primeiro ao sexto ano, assegurados por 43 docentes, 36 dos quais de nacionalidade cubana.

 

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